Nas últimas décadas a Igreja católica tem muito se esforçado no chamado diálogo ecumênico e inter-religioso. Temos visto que alguns frutos surgiram desse empenho e também alguns tropeços como é natural em qualquer caminho que se faça. No entanto também existem sinais de monólogo, quando a Igreja é perseguida e até mesmo martirizada por comunidades religiosas com as quais há inclusive comissões de diálogo.
Os frutos:
Os frutos:
Dos frutos podemos destacar a declaração conjunta sobre a justificação assinada em 31 de outubro de 1999 pela Igreja Católica com a Confissão Luterana e mais recentemente a declaração “Maria: Graça e Esperança em Cristo”, assinada pela Igreja Católica com a Comunhão Anglicana. É positivo que muitas questões de fé sejam esclarecidas e aceitas por comunidades eclesiais que ainda não estão em plena comunhão com a Igreja.
Os tropeços:
Os tropeços:
Dos tropeços podemos destacar a saída dos metodistas de qualquer diálogo ecumênico, salientando ainda os cultos ou eventos em que esteja presente a Igreja Católica e outras religiões não-cristãs. É interessante perceber que procura-se um consciente afastamento da Igreja Católica (cf. http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1131776-EI6581,00.html).
O monólogo:
Mas pior do que isso é quando lemos notícias como a publicada pela ACI Digital: “O grupo extremista muçulmano da Somália Al Shabaab, ligado ao Al Qaeda, decapitou na cidade meridional da Baidoa a sete pessoas "acusadas" de ser "cristãs" e "espiões", de acordo à observância da sharia, a severa lei corânica que no mundo islâmico também se aplica à vida civil” (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16438). E para não ficarmos num caso isolado, podemos ler uma outra notícia:
"A organização International Christian Concern (ICC) informou que extremistas islâmicos assassinaram um jovem cristão convertido do islamismo; David Abdulwahab Mohamed Ali, em Mogadishu, Somália.
Conforme explica ACPress.net, este jovem de 29 anos abraçou a fé cristã em 1995, no Yemen, durante sua estadia neste país como refugiado. No ano 2000 se transladou a Etiópia, porque seu amigo Mohammed Omer Haji foi sentenciado a morte pelo governo do Yemen por confessar sua fé no Jesus Cristo. Depois de sua morte, corria perigo também sua vida.
David decidiu viajar a Somália em abril deste ano para visitar sua família. Um primo seu conduziu a vários membros de um grupo islâmico radical até onde estava. Ao chegar na sua presença, interrogaram-lhe sobre se seguia sendo muçulmano ou se converteu em um "infiel". À pergunta, David respondeu "Sou um seguidor do Messías".
Suas palavras enfureceram a todo o grupo. Foi seu primo o primeiro que atirou contra ele e logo o fizeram outros dois extremistas.
David, conforme explica ACPress.net levou a muitas pessoas à fé cristã. Era além disso um jovem culto e profundo, já que tinha estudos como lingüista e filósofo, até o ponto de que alguns etíopes de seu grupo de amigos o conheciam como "o grande pensador" (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=13332)
É evidente que toda religião Islâmica e seus fiéis não podem ser identificados pelos atos terroristas de determinados grupos, mas convenhamos, temos a impressão de que estamos num monólogo; não somente por causa desses fatos, mas também por tantas outras perseguições, às vezes sutis e silenciosas e martírios que continuam ocorrendo.
Mas a Igreja ao modelo de S. João Batista clama sua voz no deserto desse mundo que se fecha à voz de Deus e por tantos meios procura afastar-se do caminho que conduz ao Pai. Nessas horas também ressoam as palavras do Bem – aventurado Papa Pio IX: “lançai fora a ímpia e funesta opinião de que, em qualquer religião, é possível chegar ao caminho da salvação eterna”.
Mas pior do que isso é quando lemos notícias como a publicada pela ACI Digital: “O grupo extremista muçulmano da Somália Al Shabaab, ligado ao Al Qaeda, decapitou na cidade meridional da Baidoa a sete pessoas "acusadas" de ser "cristãs" e "espiões", de acordo à observância da sharia, a severa lei corânica que no mundo islâmico também se aplica à vida civil” (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16438). E para não ficarmos num caso isolado, podemos ler uma outra notícia:
"A organização International Christian Concern (ICC) informou que extremistas islâmicos assassinaram um jovem cristão convertido do islamismo; David Abdulwahab Mohamed Ali, em Mogadishu, Somália.
Conforme explica ACPress.net, este jovem de 29 anos abraçou a fé cristã em 1995, no Yemen, durante sua estadia neste país como refugiado. No ano 2000 se transladou a Etiópia, porque seu amigo Mohammed Omer Haji foi sentenciado a morte pelo governo do Yemen por confessar sua fé no Jesus Cristo. Depois de sua morte, corria perigo também sua vida.
David decidiu viajar a Somália em abril deste ano para visitar sua família. Um primo seu conduziu a vários membros de um grupo islâmico radical até onde estava. Ao chegar na sua presença, interrogaram-lhe sobre se seguia sendo muçulmano ou se converteu em um "infiel". À pergunta, David respondeu "Sou um seguidor do Messías".
Suas palavras enfureceram a todo o grupo. Foi seu primo o primeiro que atirou contra ele e logo o fizeram outros dois extremistas.
David, conforme explica ACPress.net levou a muitas pessoas à fé cristã. Era além disso um jovem culto e profundo, já que tinha estudos como lingüista e filósofo, até o ponto de que alguns etíopes de seu grupo de amigos o conheciam como "o grande pensador" (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=13332)
É evidente que toda religião Islâmica e seus fiéis não podem ser identificados pelos atos terroristas de determinados grupos, mas convenhamos, temos a impressão de que estamos num monólogo; não somente por causa desses fatos, mas também por tantas outras perseguições, às vezes sutis e silenciosas e martírios que continuam ocorrendo.
Mas a Igreja ao modelo de S. João Batista clama sua voz no deserto desse mundo que se fecha à voz de Deus e por tantos meios procura afastar-se do caminho que conduz ao Pai. Nessas horas também ressoam as palavras do Bem – aventurado Papa Pio IX: “lançai fora a ímpia e funesta opinião de que, em qualquer religião, é possível chegar ao caminho da salvação eterna”.
Jesus preveniu e exortou: Se eles me perseguiram, também vos perseguirão. (cf. Jo 15, 18-27)
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