O primeiro capítulo da RS ratifica a autoridade da Santa Sé em ordenar e legislar sobre a liturgia (e todos os outros temas é claro). Na participação da missão pastoral do Santo padre o bispo por sua vez é o “moderador, promotor e guarda de toda a vida litúrgica na Igreja particular a ele confiada” (n. 19).
Ressalta que um bispo e mesmo as Conferências Episcopais “não têm qualquer licença para permitir experiências sobre os textos e sobre qualquer outra coisa que não esteja prescrita nos livros litúrgicos (...). Quanto às iniciativas de inculturação em matéria litúrgica, sejam observadas rigorosa e integralmente as normas especificamente estabelecidas” (n.27).
Para os sacerdotes deixa entre outras, a seguinte recomendação: “Não esvaziem o significado profundo do próprio mistério, deformando a celebração litúrgica com mudanças, reduções e acréscimos arbitrários” (n. 31).
Os outros capítulos da presente instrução trazem questões pertinentes ao debate sobre o tema da Liturgia. Veremos cada um deles nos próximos “posts”.
Ressalta que um bispo e mesmo as Conferências Episcopais “não têm qualquer licença para permitir experiências sobre os textos e sobre qualquer outra coisa que não esteja prescrita nos livros litúrgicos (...). Quanto às iniciativas de inculturação em matéria litúrgica, sejam observadas rigorosa e integralmente as normas especificamente estabelecidas” (n.27).
Para os sacerdotes deixa entre outras, a seguinte recomendação: “Não esvaziem o significado profundo do próprio mistério, deformando a celebração litúrgica com mudanças, reduções e acréscimos arbitrários” (n. 31).
Os outros capítulos da presente instrução trazem questões pertinentes ao debate sobre o tema da Liturgia. Veremos cada um deles nos próximos “posts”.
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