Entre tantos temas polêmicos discutidos na sociedade nos tempos atuais, sem dúvida os de maior interesse são os que dizem respeito à vida humana. São apresentados argumentos de todos os lados, alguns bem convincentes, muito bem fundamentados, outros, construídos sobre sentimentalismos e ideologias.Certo dia vi, numa rede de televisão, uma propaganda bem apelativa onde uma mulher defendia o “direito” de fazer o do seu corpo o que quisesse, ou seja, estava defendendo o aborto. Era uma propaganda muito bem produzida. O fato é que essa propaganda passava em um canal de um grupo religioso dito cristão, mas não católico. No mesmo canal algum tempo mais tarde vi um programa da mesma forma bem apelativo sobre um extermínio de gatos em uma determinada localidade. O repórter entrevistava pessoas e em meio a comentários surgia uma radical indignação.O que mais me deixou pensativo não foi tanto o extermínio dos gatos, não porque ele não seja questionável, mas porque no mesmo canal a ameaça à vida humana causava menos indignação do que a ameaça à vida felina. Já sabíamos que muitos cães levam uma vida melhor do que muitas pessoas e assim poderíamos pensar que muitas pessoas até gostariam de levar uma vida de cachorro. Então agora podemos também pensar que muitos desejariam levar uma vida de gatos, pois pelo menos em alguns círculos ela tem mais valor que a vida humana.Que mundo estranho esse. Várias ONG’s se reúnem para defender outros animais, plantas e outras tantas coisas. Quais serão os animais que o ser humano ainda desejará ser para pelo menos conseguir escapar se suas próprias “garras”. Quem sabe sementes em extinção, elas são muito bem tratadas. Quem sabe uma espécie de baleia? Vamos avisar nossos embriões e fetos que se disfarcem de alguma coisa. Não revelem sua identidade humana, caso contrário correm sério risco de extermínio.Para um mundo que se esqueceu de Deus vale a pena lembrar: “Eu vim para que todos tenham vida e vida em plenitude” (Jo 10,10). “Não matarás” (Ex 20,13). E ainda: “Escolhe, pois a vida, para que vivas tu e a tua descendência, amando o Senhor teu Deus, obedecendo à sua voz e apegando-te a ele” (Dt 30,19,20).E quanto à rede de televisão? É cristã mesmo?
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
terça-feira, 1 de setembro de 2009
Redemptionis Sacramentum (5)
Ao reler uma vez mais a Instrução Redempitionis Sacramentum temos a alegria de poder conter com um texto seguro e normativo para a Liturgia, mesmo que a Instrução Geral do Missal Romano por si só cumpria tal função. Mas o subtítulo da Instrução diz: “Sobre alguns aspectos que se deve observar e evitar acerca da Santíssima Eucaristia”. Significa que foi preciso reforçar e chamar atenção para alguns elementos dos ritos litúrgicos que estavam em discordância dos textos que os regulam.
Quando lemos a Instrução temos um segundo sentimento que é o de admiração ao saber dos abusos que precisam ser repelidos. Logo vem a pergunta: “Mas isso acontece mesmo?”. Para tristeza geral a resposta é sim, senão a importante congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos não iria publicar a Instrução.
A RS é suficientemente clara, mas podemos sempre destacar um ou outro aspecto até mesmo porque a ela permanece desconhecida por muitos sacerdotes e leigos.
Capítulo 3 – A Correta celebração da Santa Missa
1 – A matéria da Santíssima Eucaristia (48-50).
_ O pão deve ser ázimo (sem fermento), de trigo, sem mistura de outros elementos.
_ O vinho deve ser de uva, sem mistura.
_ O texto ainda diz: “a Igreja exige certeza quanto às condições necessárias para a validade dos sacramentos (...)” (n.50).
2 – A oração Eucarística (51-56).
_ Só devem ser usadas as Orações eucarísticas que estão no Missal Romano. Jamais sejam inventados outros textos.
_ A recitação da Oração Eucarística compete somente ao sacerdote. Então diáconos, seminaristas e muito menos leigos, não podem recitar nenhuma parte da Or. Eucarística.
_ Durante a Or. Euc. há silêncio, ou seja, sem fundo musical a não ser nas aclamações previstas pelo Missal que são o modo pelo qual os fiéis participam ativamente.
_ O momento de partir a hóstia não é durante a consagração e sim durante o Cordeiro de Deus.
_ Os nomes do Sumo Pontífice e do bispo diocesano precisam ser ditos no momento previsto pelo Missal e nunca omitidos.
Na sequência continuaremos ainda com o 3º capítulo da RS.
Quando lemos a Instrução temos um segundo sentimento que é o de admiração ao saber dos abusos que precisam ser repelidos. Logo vem a pergunta: “Mas isso acontece mesmo?”. Para tristeza geral a resposta é sim, senão a importante congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos não iria publicar a Instrução.
A RS é suficientemente clara, mas podemos sempre destacar um ou outro aspecto até mesmo porque a ela permanece desconhecida por muitos sacerdotes e leigos.
Capítulo 3 – A Correta celebração da Santa Missa
1 – A matéria da Santíssima Eucaristia (48-50).
_ O pão deve ser ázimo (sem fermento), de trigo, sem mistura de outros elementos.
_ O vinho deve ser de uva, sem mistura.
_ O texto ainda diz: “a Igreja exige certeza quanto às condições necessárias para a validade dos sacramentos (...)” (n.50).
2 – A oração Eucarística (51-56).
_ Só devem ser usadas as Orações eucarísticas que estão no Missal Romano. Jamais sejam inventados outros textos.
_ A recitação da Oração Eucarística compete somente ao sacerdote. Então diáconos, seminaristas e muito menos leigos, não podem recitar nenhuma parte da Or. Eucarística.
_ Durante a Or. Euc. há silêncio, ou seja, sem fundo musical a não ser nas aclamações previstas pelo Missal que são o modo pelo qual os fiéis participam ativamente.
_ O momento de partir a hóstia não é durante a consagração e sim durante o Cordeiro de Deus.
_ Os nomes do Sumo Pontífice e do bispo diocesano precisam ser ditos no momento previsto pelo Missal e nunca omitidos.
Na sequência continuaremos ainda com o 3º capítulo da RS.
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sexta-feira, 10 de julho de 2009
Diálogo ou monólogo?
Nas últimas décadas a Igreja católica tem muito se esforçado no chamado diálogo ecumênico e inter-religioso. Temos visto que alguns frutos surgiram desse empenho e também alguns tropeços como é natural em qualquer caminho que se faça. No entanto também existem sinais de monólogo, quando a Igreja é perseguida e até mesmo martirizada por comunidades religiosas com as quais há inclusive comissões de diálogo.
Os frutos:
Os frutos:
Dos frutos podemos destacar a declaração conjunta sobre a justificação assinada em 31 de outubro de 1999 pela Igreja Católica com a Confissão Luterana e mais recentemente a declaração “Maria: Graça e Esperança em Cristo”, assinada pela Igreja Católica com a Comunhão Anglicana. É positivo que muitas questões de fé sejam esclarecidas e aceitas por comunidades eclesiais que ainda não estão em plena comunhão com a Igreja.
Os tropeços:
Os tropeços:
Dos tropeços podemos destacar a saída dos metodistas de qualquer diálogo ecumênico, salientando ainda os cultos ou eventos em que esteja presente a Igreja Católica e outras religiões não-cristãs. É interessante perceber que procura-se um consciente afastamento da Igreja Católica (cf. http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI1131776-EI6581,00.html).
O monólogo:
Mas pior do que isso é quando lemos notícias como a publicada pela ACI Digital: “O grupo extremista muçulmano da Somália Al Shabaab, ligado ao Al Qaeda, decapitou na cidade meridional da Baidoa a sete pessoas "acusadas" de ser "cristãs" e "espiões", de acordo à observância da sharia, a severa lei corânica que no mundo islâmico também se aplica à vida civil” (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16438). E para não ficarmos num caso isolado, podemos ler uma outra notícia:
"A organização International Christian Concern (ICC) informou que extremistas islâmicos assassinaram um jovem cristão convertido do islamismo; David Abdulwahab Mohamed Ali, em Mogadishu, Somália.
Conforme explica ACPress.net, este jovem de 29 anos abraçou a fé cristã em 1995, no Yemen, durante sua estadia neste país como refugiado. No ano 2000 se transladou a Etiópia, porque seu amigo Mohammed Omer Haji foi sentenciado a morte pelo governo do Yemen por confessar sua fé no Jesus Cristo. Depois de sua morte, corria perigo também sua vida.
David decidiu viajar a Somália em abril deste ano para visitar sua família. Um primo seu conduziu a vários membros de um grupo islâmico radical até onde estava. Ao chegar na sua presença, interrogaram-lhe sobre se seguia sendo muçulmano ou se converteu em um "infiel". À pergunta, David respondeu "Sou um seguidor do Messías".
Suas palavras enfureceram a todo o grupo. Foi seu primo o primeiro que atirou contra ele e logo o fizeram outros dois extremistas.
David, conforme explica ACPress.net levou a muitas pessoas à fé cristã. Era além disso um jovem culto e profundo, já que tinha estudos como lingüista e filósofo, até o ponto de que alguns etíopes de seu grupo de amigos o conheciam como "o grande pensador" (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=13332)
É evidente que toda religião Islâmica e seus fiéis não podem ser identificados pelos atos terroristas de determinados grupos, mas convenhamos, temos a impressão de que estamos num monólogo; não somente por causa desses fatos, mas também por tantas outras perseguições, às vezes sutis e silenciosas e martírios que continuam ocorrendo.
Mas a Igreja ao modelo de S. João Batista clama sua voz no deserto desse mundo que se fecha à voz de Deus e por tantos meios procura afastar-se do caminho que conduz ao Pai. Nessas horas também ressoam as palavras do Bem – aventurado Papa Pio IX: “lançai fora a ímpia e funesta opinião de que, em qualquer religião, é possível chegar ao caminho da salvação eterna”.
Mas pior do que isso é quando lemos notícias como a publicada pela ACI Digital: “O grupo extremista muçulmano da Somália Al Shabaab, ligado ao Al Qaeda, decapitou na cidade meridional da Baidoa a sete pessoas "acusadas" de ser "cristãs" e "espiões", de acordo à observância da sharia, a severa lei corânica que no mundo islâmico também se aplica à vida civil” (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=16438). E para não ficarmos num caso isolado, podemos ler uma outra notícia:
"A organização International Christian Concern (ICC) informou que extremistas islâmicos assassinaram um jovem cristão convertido do islamismo; David Abdulwahab Mohamed Ali, em Mogadishu, Somália.
Conforme explica ACPress.net, este jovem de 29 anos abraçou a fé cristã em 1995, no Yemen, durante sua estadia neste país como refugiado. No ano 2000 se transladou a Etiópia, porque seu amigo Mohammed Omer Haji foi sentenciado a morte pelo governo do Yemen por confessar sua fé no Jesus Cristo. Depois de sua morte, corria perigo também sua vida.
David decidiu viajar a Somália em abril deste ano para visitar sua família. Um primo seu conduziu a vários membros de um grupo islâmico radical até onde estava. Ao chegar na sua presença, interrogaram-lhe sobre se seguia sendo muçulmano ou se converteu em um "infiel". À pergunta, David respondeu "Sou um seguidor do Messías".
Suas palavras enfureceram a todo o grupo. Foi seu primo o primeiro que atirou contra ele e logo o fizeram outros dois extremistas.
David, conforme explica ACPress.net levou a muitas pessoas à fé cristã. Era além disso um jovem culto e profundo, já que tinha estudos como lingüista e filósofo, até o ponto de que alguns etíopes de seu grupo de amigos o conheciam como "o grande pensador" (http://www.acidigital.com/noticia.php?id=13332)
É evidente que toda religião Islâmica e seus fiéis não podem ser identificados pelos atos terroristas de determinados grupos, mas convenhamos, temos a impressão de que estamos num monólogo; não somente por causa desses fatos, mas também por tantas outras perseguições, às vezes sutis e silenciosas e martírios que continuam ocorrendo.
Mas a Igreja ao modelo de S. João Batista clama sua voz no deserto desse mundo que se fecha à voz de Deus e por tantos meios procura afastar-se do caminho que conduz ao Pai. Nessas horas também ressoam as palavras do Bem – aventurado Papa Pio IX: “lançai fora a ímpia e funesta opinião de que, em qualquer religião, é possível chegar ao caminho da salvação eterna”.
Jesus preveniu e exortou: Se eles me perseguiram, também vos perseguirão. (cf. Jo 15, 18-27)
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quarta-feira, 8 de julho de 2009
Nova encíclica do Papa.
Ontem, sete de julho o Papa Bento XVI tornou pública a já esperada terceira encíclica de seu Pontifícado, intitulada Caritas in veritate.
A nova encíclica já era aguardada até mesmo com certa ansiedade já que será a primeira explicitamente social, se assim se pode dizer. O último documento pontifício elencado na Doutrina Social da Igreja fora a Encíclica do Servo de Deus João Paulo II (Centesimus annus - 1991) para comemorar os cem anos da Rerum Novarum que inaugurou a sequencia dos documentos que tratariam explicitamente de temas sociais, políticos e econômicos. Agora quase vinte anos depois há várias situações próprias de nossos dias para as quais o Papa pretende apresentar e anunciar a palavra da Igreja, contextualizando o Evangelho e iluminando dessa forma os diversos temas que nos ocupam atualmente.
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quinta-feira, 18 de junho de 2009
Verdades sobre o Papa Pio XII
Por vários anos vimos inúmeras reportagens tanto pela TV quanto em revistas acusando o Papa Pio XII de ser tolerante ao nazismo e ter sido omisso diante do holocausto.Agora temos uma notícia que certamente não será matéria de nenhum noticiário de final de semana nem capa da revista de maior edição, muito menos assunto para os sensacionalismos dos programas das emissoras anticatólicas.
A noticia que chega é que se descobriu um plano para seqüestrar e assassinar o Papa Pio XII em 1943, por parte dos nazistas. O texto completo da notícia pode ser conferido na página da agência de noticias Zenit: http://www.zenit.org/article-21885?l=portuguese .
A lógica nos obriga a dizer que, se Pio XII foi cúmplice, supondo o absurdo, então não haveria motivo algum em planejar sua execução.
Aproveitando o espaço, também na agência Zenit (http://www.zenit.org/article-21872?l=portuguese) podemos ler o apoio do Rabino Erich A. Silver, do Templo Beth David, em Cheshire, Estados Unidos.
“ “Eu achava que ele poderia ter feito mais”, escreveu Silver no prólogo do livro. “Eu queria saber se realmente havia um colaborador, um antisemita passivo, enquanto milhões eram assassinados, alguns à vista do Vaticano.”
“Então – relata o rabino – em setembro de 2008, vim a Roma, convidado por Gary Krupp, para participar de um simpósio organizado por Pave The Way Foundation, no qual se estudaria o papel de Pio XII durante o Holocausto.”
Naquela ocasião, o rabino Silver conheceu Sor Marchione e outras 50 pessoas, entre rabinos, sacerdotes, estudiosos e jornalistas que haviam estudado e investigado a fundo sobre o tema.
Para Silver, aquele simpósio foi um choque, e assim escreve: “As provas que eu vi me convenceram de que sua única motivação (de Pio XII) foi salvar todos os judeus que ele pudesse” ”.
A verdade é assim ela pode demorar, mas aparece e liberta (cf. Jo 8,32). Mesmo que não esteja sob os holofotes permanece ontem, hoje e sempre – verdade.
Que o processo de beatificação do Servo de Deus Papa Pio XII não demore, para que em breve possamos contá-lo entre os santos.
Que o processo de beatificação do Servo de Deus Papa Pio XII não demore, para que em breve possamos contá-lo entre os santos.
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Pio Xii
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Corpus Christi
Nesta solenidade do Corpus Christi as palavras seguintes do doutor Angélico, São Tomás de Aquino, dizem tudo o que desejamos expressar.Adoro te devote, latens Deitas,
Quae sub his figúris vere látitas
Tíbi se cor méum tótum súbjicit
Quia te contémplans tótum déficit.
Vísus, táctus, gústus in te fállitur,
Sed audítu sólo tuto creditur
Credo quídquid díxit Dei Fílius
Nil hoc verbo veritátis vérius.
In crúce latébat sola Deitas,
At hic látet simul et humánitas
Ambo tamen crédens atque cónfitens,
Péto quod petívit látro paénitens.
Plagas, sicut Thomas, non intúeor
Déus tamen méum te confíteor
Fac me tíbi semper magis crédere,
In te spem habére, te dilígere.
O memoriále mórtis Dómini,
Pánis vívus vítam praéstans hómini,
Praésta méae ménti de te vívere,
Et te ílli semper dulce sápere.
Pie pellicáne Jésu Domine,
Me immundum munda túo sánguine,
Cújus una stílla sálvum fácere
Tótum múndum quit ab ómni scélere.
Jesu, quem velátum nunc aspício,
Oro fiat illud quod tam sítio
Ut te reveláta cérnens fácie,Vísu sim beátus túae glóriae. Amem.
Quae sub his figúris vere látitas
Tíbi se cor méum tótum súbjicit
Quia te contémplans tótum déficit.
Vísus, táctus, gústus in te fállitur,
Sed audítu sólo tuto creditur
Credo quídquid díxit Dei Fílius
Nil hoc verbo veritátis vérius.
In crúce latébat sola Deitas,
At hic látet simul et humánitas
Ambo tamen crédens atque cónfitens,
Péto quod petívit látro paénitens.
Plagas, sicut Thomas, non intúeor
Déus tamen méum te confíteor
Fac me tíbi semper magis crédere,
In te spem habére, te dilígere.
O memoriále mórtis Dómini,
Pánis vívus vítam praéstans hómini,
Praésta méae ménti de te vívere,
Et te ílli semper dulce sápere.
Pie pellicáne Jésu Domine,
Me immundum munda túo sánguine,
Cújus una stílla sálvum fácere
Tótum múndum quit ab ómni scélere.
Jesu, quem velátum nunc aspício,
Oro fiat illud quod tam sítio
Ut te reveláta cérnens fácie,Vísu sim beátus túae glóriae. Amem.
Eu vos adoro devotamente, ó Divindade escondida,
Que verdadeiramente oculta-se sob estas aparências,
A Vós, meu coração submete-se todo por inteiro,
Porque, vos contemplando, tudo desfalece.
A vista, o tato, o gosto falham com relação a Vós
Mas, somente em vos ouvir em tudo creio.
Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus,
Nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade.
.Na cruz, estava oculta somente a vossa Divindade,
Mas aqui, oculta-se também a vossa Humanidade.
Eu, contudo, crendo e professando ambas,
Peço aquilo que pediu o ladrão arrependido.
Não vejo, como Tomé, as vossas chagas
Entretanto, vos confesso meu Senhor e meu Deus
Faça que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e vos amar.
Ó memorial da morte do Senhor,
Pão vivo que dá vida aos homens,
Faça que minha alma viva de Vós,
E que à ela seja sempre doce este saber.
Senhor Jesus, bondoso pelicano,
Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.
Ó Jesus, que velado agora vejo
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente vossa face revelada
Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. Amem
Que verdadeiramente oculta-se sob estas aparências,
A Vós, meu coração submete-se todo por inteiro,
Porque, vos contemplando, tudo desfalece.
A vista, o tato, o gosto falham com relação a Vós
Mas, somente em vos ouvir em tudo creio.
Creio em tudo aquilo que disse o Filho de Deus,
Nada mais verdadeiro que esta Palavra de Verdade.
.Na cruz, estava oculta somente a vossa Divindade,
Mas aqui, oculta-se também a vossa Humanidade.
Eu, contudo, crendo e professando ambas,
Peço aquilo que pediu o ladrão arrependido.
Não vejo, como Tomé, as vossas chagas
Entretanto, vos confesso meu Senhor e meu Deus
Faça que eu sempre creia mais em Vós,
Em vós esperar e vos amar.
Ó memorial da morte do Senhor,
Pão vivo que dá vida aos homens,
Faça que minha alma viva de Vós,
E que à ela seja sempre doce este saber.
Senhor Jesus, bondoso pelicano,
Lava-me, eu que sou imundo, em teu sangue
Pois que uma única gota faz salvar
Todo o mundo e apagar todo pecado.
Ó Jesus, que velado agora vejo
Peço que se realize aquilo que tanto desejo
Que eu veja claramente vossa face revelada
Que eu seja feliz contemplando a vossa glória. Amem
terça-feira, 9 de junho de 2009
Papa iniciará o ano sacerdotal.
Na sexta - feira dia 19 de junho, solenidade do Sagrado Coração de Jesus, o Papa Bento XVI iniciará para toda Igreja o ano Sacerdotal. O motivo é comemorar os 150 anos da morte de S. João Maria Vianney, o Cura d'Ars. Ele é, como sabemos, o padroeiro dos sacerdotes, em especial dos seculares (diocesanos). O ano sacerdotal deseja suscitar a oração de toda a Igreja pela santificação dos sacerdotes, tão necessária e urgente. Além disso louvar e agradeceder a Deus pela multidão de sacerdotes santos e fiéis que se entregaram e se entregam em doação ao serviço da Igreja.
Nesse ano também queremos rezar pelos sacerdotes tíbios e desanimados e pelos que não exercem mais seu ministério, para que Deus cuide-os em sua misericórdia.
Quem sabe você também poderia fazer o propósito de rezar pelos sacerdotes de sua diocese, de sua paróquia ou por algum sacerdote em especial. Tome o compromisso de orar por ele diariamente e até mesmo realizar alguns sacrifícios pelo seu ministério. Seria sem dúvida uma belíssima obra de piedade e caridade diante de Deus.
Em outras ocasiões iremos explorar melhor esse tema tão rico do Ano Sacerdotal.
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